Processo que tramitou na 4ª Vara do Trabalho de São Paulo teve seu desfecho favorável à bancária.

Em seu escopo foi pedido equiparação salarial com seu colega, que tinha um salário superior ao dela, apesar de exercer a mesma função, além do pedido de 7ª e 8ª hora pelo não exercício de cargo de confiança.

A equiparação se deu, pois seu colega, que era da área comercial do banco, foi transferido para área administrativa na qual a bancária estava lotada, porém veio com um salário muito superior ao seu. Nesses casos, a lei considera o tempo na função para fundamentar o pedido de equiparação, logo ela exercia aquelas atividades há mais tempo que seu próprio colega. Por isso, o Banco foi condenado ao pagamento de equiparação salarial, além da 7ª e 8ª hora, pelo fato de ter sido reconhecido que ela nunca exerceu cargo de confiança.

O processo foi julgado procedente em ambas as instâncias e seu valor ultrapassa a quantia de R$ 1.300.000,00.

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