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	<title>setima e oitava hora &#8211; Lopes Ribeiro Advocacia</title>
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	<description>Escritório especializado no atendimento das demandas na área trabalhista e trabalhista bancária.</description>
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	<title>setima e oitava hora &#8211; Lopes Ribeiro Advocacia</title>
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		<title>Atenção! PDV – Plano de demissão voluntária Itaú</title>
		<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2019/07/31/atencao-pdv-plano-de-demissao-voluntaria-itau/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2019 19:23:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Bancário]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Itaú anuncia a inauguração de uma nova fase de PDV – PLANO DE DEMISSÃO VOLUNTÁRIA, porém, os bancários devem ser extremamente cautelosos na hora de aceitarem o plano. Isto se deve ao fato de que o PDV pode conter uma cláusula de QUITAÇÃO TOTAL DO CONTRATO DE TRABALHO. Em outras palavras, caso haja [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Itaú anuncia a inauguração de uma nova fase de PDV – PLANO DE DEMISSÃO VOLUNTÁRIA, porém, os bancários devem ser extremamente cautelosos na hora de aceitarem o plano.</p>
<p>Isto se deve ao fato de que o PDV pode conter uma cláusula de QUITAÇÃO TOTAL DO CONTRATO DE TRABALHO. Em outras palavras, caso haja tal cláusula e o bancário aceite o PDV, ele não poderá requerer mais nada da Justiça no Trabalho, inclusive&nbsp;as 7ª e 8ª horas.</p>
<p>Portanto,&nbsp;é crucial que se faça uma análise completa do PDV antes de assiná-lo, ainda é válido dizer para os bancários enviarem o termo para seu advogado de confiança conferir para que o empregado não venha a sentir-se prejudicado no futuro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tribunal condena Santander a pagar mais 1 milhão de reais para bancária</title>
		<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2019/06/25/tribunal-condena-santander-pagar-mais-de-1-milhao-de-reais-para-bancaria-em-razao-de-equiparacao-salarial-e-7a-e-8a-horas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2019 22:26:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Decisão Judicial]]></category>
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					<description><![CDATA[Processo que tramitou na 4ª Vara do&#160;Trabalho de São Paulo teve seu desfecho favorável à bancária. Em seu escopo foi pedido equiparação salarial com seu colega, que tinha um salário superior ao dela, apesar de exercer a mesma função, além do pedido de 7ª e 8ª hora pelo não exercício de cargo de confiança. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Processo que tramitou na 4ª Vara do&nbsp;Trabalho de São Paulo teve seu desfecho favorável à bancária.</p>
<p>Em seu escopo foi pedido equiparação salarial com seu colega, que tinha um salário superior ao dela, apesar de exercer a mesma função, além do pedido de 7ª e 8ª hora pelo não exercício de cargo de confiança.</p>
<p>A equiparação se deu, pois seu colega, que era da área comercial do banco, foi transferido para área administrativa na qual a bancária estava lotada, porém veio com um salário muito superior ao seu. Nesses casos, a lei considera o tempo na função para fundamentar o pedido de equiparação, logo&nbsp;ela&nbsp;exercia aquelas atividades há mais tempo que seu próprio colega.&nbsp;Por isso,&nbsp;o Banco foi condenado&nbsp;ao pagamento de equiparação salarial, além da 7ª e 8ª hora,&nbsp;pelo fato de ter sido reconhecido que ela nunca exerceu cargo de confiança.</p>
<p>O processo foi julgado procedente em ambas as instâncias e seu valor ultrapassa a quantia de R$ 1.300.000,00.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Direito Adquirido – Impossibilidade Jurídica da convenção coletiva retroagir</title>
		<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2019/02/25/direito-adquirido-impossibilidade-juridica-da-convencao-coletiva-retroagir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2019 09:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Bancário]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar da nova Convenção Coletiva dos bancários ter o escopo de estancar as ações trabalhistas referentes às 7ª e 8ª horas, o juiz terá a Constituição Federal como alicerce balizador para fundamentar a sua decisão, no sentido de evitar o efeito retroativo da Convenção Coletiva. Dentre outras inconstitucionalidades observadas na convenção coletiva, talvez a mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar da nova Convenção Coletiva dos bancários ter o escopo de estancar as ações trabalhistas referentes às 7ª e 8ª horas, o juiz terá a Constituição Federal como alicerce balizador para fundamentar a sua decisão, no sentido de evitar o efeito retroativo da Convenção Coletiva.</p>
<p>Dentre outras inconstitucionalidades observadas na convenção coletiva, talvez a mais latente seja a ofensa ao direito adquirido. Direito este protegido pela Constituição Federal, em seu artigo 5º, XXXVI.</p>
<p>Sendo assim, ainda que o Juiz entenda pela aplicação da convenção coletiva, ela deve respeitar a Constituição e ter seus efeitos aplicados apenas a partir do dia 1º/12/2018.</p>
<p>Na prática, caso algum bancário seja demitido neste ano de 2019, ele poderá ingressar com ação para recuperar seus últimos cinco anos trabalhados.</p>
<p>Vale ressaltar que até a data da confecção deste artigo, a denúncia para a anulação desta cláusula encontra-se em Brasília com o parecer positivo do Ministério Público do Trabalho.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sou Bancário e fui demitido em 2019. Posso pleitear as 7ª e 8ª horas?</title>
		<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2019/02/21/sou-bancario-e-fui-demitido-em-2019-posso-pleitear-as-7a-e-8a-horas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2019 16:30:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Bancário]]></category>
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					<description><![CDATA[Sim! Mesmo que a Convenção Coletiva esteja vigente, ela só poderá ter seus efeitos aplicados a partir de 1º/12/2018, de acordo com a Constituição Federal em seu artigo 5º, XXXVI. Vale lembrar que, em uma ação trabalhista, é possível pleitear fatos ocorridos nos últimos 5 anos, via de regra, portanto, é legítimo reaver as 7ª [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sim! Mesmo que a Convenção Coletiva esteja vigente, ela só poderá ter seus efeitos aplicados a partir de 1º/12/2018, de acordo com a Constituição Federal em seu artigo 5º, XXXVI.</p>
<p>Vale lembrar que, em uma ação trabalhista, é possível pleitear fatos ocorridos nos últimos 5 anos, via de regra, portanto, é legítimo reaver as 7ª e 8ª horas, mesmo nos casos em que o desligamento do banco tenha ocorrido no ano vigente.</p>
<p>Procure por um advogado especializado no assunto e entenda de uma vez quais são seus direitos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Impossibilidade jurídica de retroatividade da Convenção coletiva</title>
		<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2019/01/23/impossibilidade-juridica-de-retroatividade-da-convencao-coletiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 07:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Bancário]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar da nova Convenção Coletiva dos bancários ter o escopo de estancar as ações trabalhistas referente às 7ª e 8ª horas, o juiz terá como alicerce balizador para a sua aplicação a Constituição Federal. Dentre outras inconstitucionalidades observadas na convenção coletiva, talvez a mais latente seja a ofensa sobre o direito adquirido. Direito este protegido [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar da nova Convenção Coletiva dos bancários ter o escopo de estancar as ações trabalhistas referente às 7ª e 8ª horas, o juiz terá como alicerce balizador para a sua aplicação a Constituição Federal.</p>
<p>Dentre outras inconstitucionalidades observadas na convenção coletiva, talvez a mais latente seja a ofensa sobre o direito adquirido. Direito este protegido pela constituição em seu artigo 5º, XXXVI.</p>
<p>Sendo assim, mesmo aplicando a convenção coletiva, ela deve respeitar a Constituição e ter seus efeitos apenas a partir do dia 01.12.2018.<br />
Na prática, caso algum bancário seja demitido nesse ano de 2019, ele poderá ingressar com ação para recuperar seus últimos 5 anos trabalhos.<br />
Cumpre ressaltar que até a data da confecção deste artigo, a denúncia para a anulação desta cláusula encontra-se em Brasília, com o parecer positivo do Ministério Público do Trabalho.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Compensação da 7ª e 8ª horas e a impossibilidade jurídica</title>
		<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2019/01/22/compensacao-da-7a-e-8a-horas-e-a-impossibilidade-juridica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jan 2019 18:19:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Bancário]]></category>
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					<description><![CDATA[A Convenção Coletiva, que entrou em vigor dia 01.12.2018, visa compensar às 7ª e 8ª horas pela gratificação de função, porém há vícios intrínsecos à essa cláusula, visto que é juridicamente impossível compensar verbas de naturezas distintas. A título de exemplo de impossibilidade jurídica pode-se comparar a compensação do 13º salário com as férias. Um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Convenção Coletiva, que entrou em vigor dia 01.12.2018, visa compensar às 7ª e 8ª horas pela gratificação de função, porém há vícios intrínsecos à essa cláusula, visto que é juridicamente impossível compensar verbas de naturezas distintas.</p>
<p>A título de exemplo de impossibilidade jurídica pode-se comparar a compensação do 13º salário com as férias. Um jamais pode anular o outro pelo seu recebimento, ou seja, uma empresa jamais poderá negar o pagamento do 13º salário a determinado empregado com a justificativa de que naquele ano este já teria gozado de férias.</p>
<p>Diante de tal conclusão, você, bancário, não deve acanhar-se na hora de pleitear seu direito da 7ª e 8ª hora!<br />
Procure seu advogado de confiança e consulte-o.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Denúncia dos Bancários se encontra em Brasília</title>
		<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2018/12/12/denuncia-dos-bancarios-se-encontra-em-brasilia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2018 07:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Bancário]]></category>
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					<description><![CDATA[O Inquérito Civil instaurado pelo Ministério Público do Trabalho para apurar as ilegalidades da Convenção Coletiva é encaminhado para Brasília. O Ministério Público do Trabalho de São Paulo acaba de enviar o inquérito para a Procuradoria Geral Do Trabalho, em Brasília, requerendo urgência no caso para a propositura de eventual Ação Anulatória de Convenção Coletiva, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Inquérito Civil instaurado pelo Ministério Público do Trabalho para apurar as ilegalidades da Convenção Coletiva é encaminhado para Brasília.</p>
<p>O Ministério Público do Trabalho de São Paulo acaba de enviar o inquérito para a Procuradoria Geral Do Trabalho, em Brasília, requerendo urgência no caso para a propositura de eventual Ação Anulatória de Convenção Coletiva, a fim de impedir que os bancários sejam lesados com o disposto na Convenção Coletiva de Trabalho.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tribunal superior do trabalho tem entendimento contrário à nova Convenção coletiva dos Bancários</title>
		<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2018/12/11/tribunal-superior-do-trabalho-tem-entendimento-contrario-nova-convencao-coletiva-dos-bancarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Dec 2018 10:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Decisão Judicial]]></category>
		<category><![CDATA[7 e 8 hora bancario]]></category>
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		<category><![CDATA[CONVENÇÃO COLETIVA DOS BANCÁRIOS]]></category>
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					<description><![CDATA[Todos já sabem que a nova convenção coletiva dos bancários prevê em sua Cláusula 11ª a compensação das 7ª e 8ª horas pela “gratificação de função” recebida pelos bancários. Ocorre que o órgão máximo da Justiça do Trabalho, o Tribunal Superior do Trabalho, já tem o entendimento consolidado que veda expressamente esse tipo de compensação. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos já sabem que a nova convenção coletiva dos bancários prevê em sua Cláusula 11ª a compensação das 7ª e 8ª horas pela “gratificação de função” recebida pelos bancários.</p>
<p>Ocorre que o órgão máximo da Justiça do Trabalho, o Tribunal Superior do Trabalho, já tem o entendimento consolidado que veda expressamente esse tipo de compensação.</p>
<p>Esse entendimento está previsto na Súmula 109 do TST, que, por serem verbas de naturezas distintas, a compensação se torna juridicamente impossível.</p>
<p>A referida Súmula traz esperança aos bancários, pois dá autonomia para que os juízes não apliquem a Convenção Coletiva, mas sim o entendimento já cristalizado do Tribunal Superior do Trabalho.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Denúncia dos Bancários contra a cláusula abusiva da CCT gera resultado</title>
		<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2018/12/10/denuncia-dos-bancarios-contra-clausula-abusiva-da-convencao-coletiva-de-trabalho-gera-resultado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2018 07:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Bancário]]></category>
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					<description><![CDATA[Após milhares de denúncias dos bancários contra a nova Convenção Coletiva, o Ministério Público do Trabalho entendeu que há indícios de que a cláusula que autoriza a compensação das 7ª e 8ª horas seja abusiva, por isso instaurou o Inquérito Cível nº 006165.2018.02.000/0 para apurar eventual ilegalidade. Desta forma, o Ministério Público do Trabalho estuda [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após milhares de denúncias dos bancários contra a nova Convenção Coletiva, o Ministério Público do Trabalho entendeu que há indícios de que a cláusula que autoriza a compensação das 7ª e 8ª horas seja abusiva, por isso instaurou o Inquérito Cível nº <strong>006165.2018.02.000/0</strong> para apurar eventual ilegalidade.</p>
<p>Desta forma, o Ministério Público do Trabalho estuda ingressar com uma <strong>AÇÃO ANULATÓRIA DE CONVENÇÃO COLETIVA</strong> para inibir as mazelas trazidas por essa nova convenção coletiva.</p>
<p>Entre em contato conosco para esclarecer eventuais dúvidas e para se manter atualizado sobre o assunto.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Insconstitucionalidade da cláusula 11ª</title>
		<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2018/12/07/a-insconstitucionalidade-da-clausula-11a/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2018 07:20:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Bancário]]></category>
		<category><![CDATA[7 e 8 hora bancario]]></category>
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		<category><![CDATA[direito adquirido]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalho dos bancários]]></category>
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					<description><![CDATA[A nova Convenção Coletiva dos bancários (2018/2020) trouxe uma nova polêmica, que foi a compensação das 7ª e 8ª horas pela gratificação de função recebida pelos bancários. Porém, entendemos que a referida convenção coletiva de trabalho possui normas inconstitucionais, por exemplo, o parágrafo 1º da Cláusula 11ª fere explicitamente o DIREITO ADQUIRIDO, previsto na Constituição [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova Convenção Coletiva dos bancários (2018/2020) trouxe uma nova polêmica, que foi a compensação das 7ª e 8ª horas pela gratificação de função recebida pelos bancários.</p>
<p>Porém, entendemos que a referida convenção coletiva de trabalho possui normas inconstitucionais, por exemplo, o parágrafo 1º da Cláusula 11ª fere explicitamente o <strong>DIREITO ADQUIRIDO</strong>, previsto na Constituição Federal, artigo 5º, XXXVI, que diz que a lei (norma) nova não pode prejudicar um direito já adquirido por alguém.</p>
<p>Ou seja, mesmo que o juiz aplique a nova convenção coletiva dos bancários para as ações ajuizadas a partir de 1º de dezembro de 2018, pela Constituição Federal (lei máxima brasileira), os valores só poderão ser compensados para quem trabalhou ou ainda trabalha a partir desta data, não podendo haver a compensação anterior ao dia 30 de novembro de 2018.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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