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	<title>jornada excessiva &#8211; Lopes Ribeiro Advocacia</title>
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	<description>Escritório especializado no atendimento das demandas na área trabalhista e trabalhista bancária.</description>
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	<title>jornada excessiva &#8211; Lopes Ribeiro Advocacia</title>
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		<title>Banco Bradesco é condenado ao pagamento de 7ª e 8ª horas para Supervisor Administrativo</title>
		<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2017/04/29/banco-bradesco-e-condenado-ao-pagamento-de-7a-e-8a-horas-para-supervisor-administrativo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Apr 2017 22:16:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Bancário]]></category>
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					<description><![CDATA[TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 2ª REGIÃOTRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 2ª REGIÃO 8ª Turma PROCESSO Nº 0002197-76.2015.5.02.0015 &#8220;No caso sub judice, restou demonstrado que o reclamante era supervisor administrativo, não possuía subordinados, dava suporte técnico aos caixas e não tinha poderes de chefia. [&#8230;] Registra-se, ainda, que não restou demonstrado que o reclamante exercesse [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 2ª REGIÃOTRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 2ª REGIÃO</p>
<p>8ª Turma PROCESSO Nº 0002197-76.2015.5.02.0015</p>
<p>&#8220;No caso sub judice, restou demonstrado que o reclamante era supervisor administrativo, não possuía subordinados, dava suporte técnico aos caixas e não tinha poderes de chefia. [&#8230;]
<p>Registra-se, ainda, que não restou demonstrado que o reclamante exercesse funções em nível de chefia, que demandassem fidúcia especial, de modo a caracterizar o exercício de cargo de confiança, motivos pelos quais reputa-se correto o enquadramento no art. <em class="highlightTerm">224</em>, <em class="highlightTerm">caput</em>, da CLT. Por fim, o reclamado estava obrigado ao registro da jornada de trabalho, nos termos do art. 74 da CLT, e ante a ausência injustificada de referidos controles, não merece censura a decisão de origem que condenou a ré ao pagamento de horas extras e reflexos (Súmula 338, I, TST).&#8221;</p>
<p>O Tribunal Regional do Trabalho decidiu que Supervisor Administrativo, mesmo que não possua controle de jornada, não é detentor de cargo de confiança, enquadrando-se no <em>caput</em> do artigo da CLT &#8211; &#8220;A duração normal do trabalho dos empregados em bancos, casas bancárias e Caixa Econômica Federal será de 6 (seis) horas continuas nos dias úteis, com exceção dos sábados, perfazendo um total de 30 (trinta) horas de trabalho por semana.&#8221;</p>
<p>Conclui-se, portanto, que o entendimento do Tribunal Regional do Trabalho é no sentido de que o Supervisor Administrativo Bancário deve trabalhar apenas 6 horas diárias e até 30 semanais e, o que exceder disso, deverá ser pago como horas extra, inclusive com o adicional de 50%. Caso as horas extras sejam prestadas de forma habitual, que é o caso da 7ª e 8ª horas, deverá, ainda, integrar à base de cálculo do FGTS, INSS, Descanso Semanal Remunerado, 13ª salário, PLR etc.</p>
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		<title>Período de descanso é um direito pouco conhecido entre as empregadas</title>
		<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2015/09/14/periodo-de-descanso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2015 21:05:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[bancários]]></category>
		<category><![CDATA[direitos da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[empregado]]></category>
		<category><![CDATA[jornada excessiva]]></category>
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		<category><![CDATA[período de descanso]]></category>
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					<description><![CDATA[Período de descanso! Direito pouco conhecido. O período de descanso é um direito pouco conhecido entre as empregadas, porém, de elevada importância.  Trata-se de um período de descanso obrigatório de 15 (quinze) minutos no mínimo antes de ingressar no período extraordinário de trabalho. Na prática, as empresas exigem das empregadas o cumprimento de horas extras, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Período de descanso! Direito pouco conhecido.</h2>
<p>O <em><strong>período de descanso</strong></em> é um direito pouco conhecido entre as empregadas, porém, de elevada importância.  Trata-se de um período de <strong>descanso obrigatório</strong> de 15 (quinze) minutos no mínimo antes de ingressar no período extraordinário de trabalho.</p>
<p>Na prática, as empresas exigem das empregadas o cumprimento de<strong> horas extras</strong>, no entanto, não permitem que elas desfrutem do <strong><em>período de descanso</em> obrigatório</strong> de 15 minutos.</p>
<p>Exemplificando: a <strong>bancária</strong> trabalha das 09h00min as 18h00min, no entanto, em determinado período, lhe é exigido trabalhar após as 18h00min. Esta, antes de iniciar a jornada de hora extra, deverá ter um período de no mínimo 15 minutos, ou seja, o período seria das 18h00min até as 18h15min., para somente depois iniciar o trabalho extraordinário.</p>
<p>O não cumprimento desta norma implica no pagamento de <strong>horas extras</strong> referente aos 15 minutos.</p>
<p>Este direito esta amparado pelo artigo 384 da Consolidação das Leis do Trabalho &#8211; CLT, no capítulo dedicado a proteção do trabalho da mulher.</p>
<p><strong><em>Fonte:</em></strong><em> </em><em><a href="https://br.linkedin.com/pub/marcelo-dias-advocacia-trabalhista-banc%C3%A1ria/30/954/767" target="_blank" rel="noopener">Marcelo Dias</a>, advogado, pós-graduado em Direito Público e extensão pela FGV &#8211; Fundação Getúlio Vargas em Direito do Consumidor. Sócio e advogado do escritório <a href="http://www.ribeiroedias.adv.br" target="_blank" rel="noopener">Ribeiro e Dias Advogados</a> </em></p>
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		<title>Horário de Almoço dos Bancários</title>
		<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2015/08/28/horario-de-almoco-dos-bancarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2015 20:03:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Bancário]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bancário]]></category>
		<category><![CDATA[descanso]]></category>
		<category><![CDATA[hora extra]]></category>
		<category><![CDATA[horário de almoço]]></category>
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					<description><![CDATA[Horário de Almoço dos Bancários. Sim, você tem direito! Em regra, o empregado que trabalha 6 (seis) horas diárias deve usufruir de 15 (quinze) minutos de intervalo para refeição e descanso, porém, quando o empregado habitualmente trabalhar mais que 6 (seis) horas diárias faz jus ao intervalo de refeição e descanso no mínimo de 1 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Horário de Almoço dos Bancários. Sim, você tem direito!</h2>
<p>Em regra, o empregado que trabalha 6 (seis) horas diárias deve usufruir de 15 (quinze) minutos de intervalo para refeição e descanso, porém, quando o empregado habitualmente trabalhar mais que 6 (seis) horas diárias faz jus ao intervalo de refeição e descanso no mínimo de 1 (uma) hora.</p>
<p>Caso não seja cumprido o intervalo de 1 (uma) hora, obriga o empregador a remunerar o período para descanso e alimentação não usufruído como hora extra e com o acréscimo de no mínimo 50% (cinquenta por cento) sobre o valor da remuneração da hora normal de trabalho.</p>
<p>Atualmente muitas empresas e intuições financeiras exigem que os seus empregados façam horas extras além da 6ª (sexta) hora diária, porém, não permite que o empregado goze integralmente do intervalo de 1 (uma) hora.</p>
<p>O direito do empregado já está pacificado na súmula 437, IV, do C. TST, vejamos; “<em>Ultrapassada habitualmente a jornada de seis horas de trabalho, é devido o gozo do intervalo intrajornada mínimo de uma hora, obrigando o empregador a remunerar o período para descanso e alimentação não usufruído como extra, acrescido do respectivo adicional, na forma prevista no art. 71, caput e § 4º da CLT</em>”.</p>
<p>Para melhor entender, exemplificamos: bancário que exerce a função de caixa em agência ou PAB, com a jornada de 6 (seis) horas diárias, porém, habitualmente trabalha além da 6ª hora diária e utiliza apenas 15 minutos de pausa para refeição e descanso. No caso em tela, o empregado deve gozar no mínimo de 1 (uma) hora de intervalo de refeição e descanso uma vez que trabalhou mais que 6 (seis) horas.</p>
<p><strong>FONTE: Por Ari Ribeiro, advogado, pós-graduado em Direito Público e extensão pela FGV &#8211; Fundação Getúlio Vagas em Direito do Trabalho. Sócio e advogado no escritório Ribeiro &amp; Dias Advogados &#8211; www.ribeiroedias.adv.br</strong></p>
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		<title>Horas extras, sétima e oitava hora direcionado ao bancário.</title>
		<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2015/04/15/horas-extras-setima-e-oitava-hora-direcionado-ao-bancario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2015 13:02:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Bancário]]></category>
		<category><![CDATA[7ª e 8ª hora]]></category>
		<category><![CDATA[7ª hora]]></category>
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		<category><![CDATA[clt]]></category>
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					<description><![CDATA[Horas extras, sétima e oitava hora direcionado ao bancário. Todos os bancários tem direito a sétima e oitava hora? Nem todos os bancários possuem direito a sétima e oitava hora. Excluem-se de plano, aqueles que cumprem uma jornada de 6 horas diárias. Assim, as horas extras referentes à 7ª e 8ª hora estão direcionadas aos empregados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Horas extras, <strong>sétima e oitava hora</strong> direcionado ao bancário.</h2>
<p>Todos os bancários tem direito a <em><strong>sétima e oitava hora</strong></em>?<br />
Nem todos os bancários possuem direito a <strong>sétima e oitava hora</strong>. Excluem-se de plano, aqueles que cumprem uma jornada de 6 horas diárias. Assim, as <strong>horas extras</strong> referentes à <strong>7ª e 8ª hora</strong> estão direcionadas aos empregados bancários que cumprem uma jornada contratual de 8 horas diárias e que não possuem cargo de confiança.</p>
<p>A definição legal é regida pelo artigo 224 da CLT. Vejamos: “A duração normal do trabalho dos empregados em bancos, casas bancárias e Caixa Econômica Federal será de 6 (seis) horas contínuas nos dias úteis, com exceção dos sábados, perfazendo um total de 30 (trinta) horas de trabalho por semana.”</p>
<p>Os empregados bancários que possuem funções que possam colocar em risco o próprio desenvolvimento da atividade produtiva do banco e ou que possuem poderes para fazer gestão de pessoas e cargos como, por exemplo: poderes para demitir, contratar, promover, não faz jus às <strong>horas extras</strong> provenientes da <strong>sétima e oitava hora</strong>.</p>
<p>Para os demais empregados bancários que não se enquadram na definição descrita acima, estes tem o direito ao recebimento das <strong>horas extras</strong> proveniente da <strong>7ª e 8ª hora</strong>.</p>
<p>O principal problema é que as instituições financeiras não cumprem essa determinação legal, desta forma, os empregados bancários tem que recorrerem ao ingresso de uma ação trabalhista para fazerem valer o seu direito quanto ao recebimento das <strong>horas extra</strong>s proveniente da <strong>sétima e oitava hora</strong>.</p>
<p>Ainda neste sentido, importante frisar que o fato dos bancários buscarem este direito na esfera judicial trabalhista, por meio de ingresso de ação, não terão prejuízo em suas esferas profissionais, por dois motivos: 1) os empregados pleiteiam um direito que lhe é devido e que por negligencia empresarial não foi pago na época oportuna, desta feita, a busca do direito é garantia constitucional. 2) A justiça trabalhista mantem sigilo quanto aos dados pessoais do empregado bancário.</p>
<p>Assista ao pequeno vídeo abaixo aonde é explicado resumidamente o que é a <strong>Sétima e Oitava Hora</strong>:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/7CDS3ao5iMg?rel=0&amp;controls=0&amp;showinfo=0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Você pode receber uma consultoria sobre o tema <strong>&#8220;7ª e 8ª hora</strong>. Receba o quanto antes uma avaliação do seu caso junto a sua instituição:</p>
<p>Por <a href="https://www.linkedin.com/pub/marcelo-dias-advocacia-trabalhista-banc%C3%A1ria/30/954/767" target="_blank" rel="noopener">Marcelo Dias</a>, advogado, pós-graduado em Direito Público e extensão pela FGV &#8211; Fundação Getúlio Vagas em Direito do Consumidor. Sócio e advogado do escritório Ribeiro &amp; Dias Advogados &#8211; www.ribeiroedias.adv.br</p>
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