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	<title>direito bancário &#8211; Lopes Ribeiro Advocacia</title>
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	<description>Escritório especializado no atendimento das demandas na área trabalhista e trabalhista bancária.</description>
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	<title>direito bancário &#8211; Lopes Ribeiro Advocacia</title>
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		<title>Esclarecimentos sobre o PDV &#8211; Itaú</title>
		<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2019/08/13/esclarecimentos-sobre-o-pdv-itau/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Aug 2019 21:16:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Bancário]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8211; Se eu aderir ao PDV, posso entrar com uma ação pedindo as 7ª e 8ª horas? R: Sim! Você pode aderir ao PDV e ainda sim pedir seus direitos, como as sétima e oitava horas. &#8211; Já tenho processo contra o banco. Se eu aceitar o PDV, terei que abrir mão do processo? R: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Verdana',sans-serif;">&#8211; Se eu aderir ao PDV, posso entrar com uma ação pedindo as 7ª e 8ª horas?</span></strong><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Verdana',sans-serif;"><br />
R: Sim! Você pode aderir ao PDV e ainda sim pedir seus direitos, como as sétima e oitava horas.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt;"><strong><span style="font-family: Verdana, sans-serif;">&#8211; Já tenho processo contra o banco. Se eu aceitar o PDV, terei que abrir mão do processo?</span></strong></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif;">R: Não! A única renúncia que se faria ao aceitar o PDV seria algum eventual pedido de reintegração.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Verdana',sans-serif;">&#8211; Sou aposentado e tenho mais de 10 anos de contribuição. O PDV tira meu direito ao plano de saúde vitalício?</span></strong><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Verdana',sans-serif;"><br />
R: Não! Você optará entre o pacote A ou B para permanecer 24 ou 60 meses pagando apenas o que você paga como ativo e após este período, terá o convênio vitalício, desde que queira continuar com o plano e arcar com a cota empregador, como é previsto em lei.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Verdana',sans-serif;">&#8211; Estou em estabilidade. Serei indenizado caso aderir ao PDV?</span></strong><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Verdana',sans-serif;"><br />
R: Depende. Se a estabilidade se der por motivo de saúde, acidentário ou não, pelo exercício de cargo de direção em Comissão Interna de Acidente (CIPA) ou estabilidade em decorrência de cargo em entidade sindical, sim, você será indenizado pelo período faltante para o fim do término da estabilidade.</span></p>
<p><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Verdana',sans-serif;">Para maiores dúvidas, entre em contato conosco.<br />
</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Atenção! PDV – Plano de demissão voluntária Itaú</title>
		<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2019/07/31/atencao-pdv-plano-de-demissao-voluntaria-itau/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2019 19:23:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Bancário]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Itaú anuncia a inauguração de uma nova fase de PDV – PLANO DE DEMISSÃO VOLUNTÁRIA, porém, os bancários devem ser extremamente cautelosos na hora de aceitarem o plano. Isto se deve ao fato de que o PDV pode conter uma cláusula de QUITAÇÃO TOTAL DO CONTRATO DE TRABALHO. Em outras palavras, caso haja [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Itaú anuncia a inauguração de uma nova fase de PDV – PLANO DE DEMISSÃO VOLUNTÁRIA, porém, os bancários devem ser extremamente cautelosos na hora de aceitarem o plano.</p>
<p>Isto se deve ao fato de que o PDV pode conter uma cláusula de QUITAÇÃO TOTAL DO CONTRATO DE TRABALHO. Em outras palavras, caso haja tal cláusula e o bancário aceite o PDV, ele não poderá requerer mais nada da Justiça no Trabalho, inclusive&nbsp;as 7ª e 8ª horas.</p>
<p>Portanto,&nbsp;é crucial que se faça uma análise completa do PDV antes de assiná-lo, ainda é válido dizer para os bancários enviarem o termo para seu advogado de confiança conferir para que o empregado não venha a sentir-se prejudicado no futuro.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sou Bancário e fui demitido em 2019. Posso pleitear as 7ª e 8ª horas?</title>
		<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2019/02/21/sou-bancario-e-fui-demitido-em-2019-posso-pleitear-as-7a-e-8a-horas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2019 16:30:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Bancário]]></category>
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					<description><![CDATA[Sim! Mesmo que a Convenção Coletiva esteja vigente, ela só poderá ter seus efeitos aplicados a partir de 1º/12/2018, de acordo com a Constituição Federal em seu artigo 5º, XXXVI. Vale lembrar que, em uma ação trabalhista, é possível pleitear fatos ocorridos nos últimos 5 anos, via de regra, portanto, é legítimo reaver as 7ª [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sim! Mesmo que a Convenção Coletiva esteja vigente, ela só poderá ter seus efeitos aplicados a partir de 1º/12/2018, de acordo com a Constituição Federal em seu artigo 5º, XXXVI.</p>
<p>Vale lembrar que, em uma ação trabalhista, é possível pleitear fatos ocorridos nos últimos 5 anos, via de regra, portanto, é legítimo reaver as 7ª e 8ª horas, mesmo nos casos em que o desligamento do banco tenha ocorrido no ano vigente.</p>
<p>Procure por um advogado especializado no assunto e entenda de uma vez quais são seus direitos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Impossibilidade jurídica de retroatividade da Convenção coletiva</title>
		<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2019/01/23/impossibilidade-juridica-de-retroatividade-da-convencao-coletiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 07:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Bancário]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar da nova Convenção Coletiva dos bancários ter o escopo de estancar as ações trabalhistas referente às 7ª e 8ª horas, o juiz terá como alicerce balizador para a sua aplicação a Constituição Federal. Dentre outras inconstitucionalidades observadas na convenção coletiva, talvez a mais latente seja a ofensa sobre o direito adquirido. Direito este protegido [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar da nova Convenção Coletiva dos bancários ter o escopo de estancar as ações trabalhistas referente às 7ª e 8ª horas, o juiz terá como alicerce balizador para a sua aplicação a Constituição Federal.</p>
<p>Dentre outras inconstitucionalidades observadas na convenção coletiva, talvez a mais latente seja a ofensa sobre o direito adquirido. Direito este protegido pela constituição em seu artigo 5º, XXXVI.</p>
<p>Sendo assim, mesmo aplicando a convenção coletiva, ela deve respeitar a Constituição e ter seus efeitos apenas a partir do dia 01.12.2018.<br />
Na prática, caso algum bancário seja demitido nesse ano de 2019, ele poderá ingressar com ação para recuperar seus últimos 5 anos trabalhos.<br />
Cumpre ressaltar que até a data da confecção deste artigo, a denúncia para a anulação desta cláusula encontra-se em Brasília, com o parecer positivo do Ministério Público do Trabalho.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Compensação da 7ª e 8ª horas e a impossibilidade jurídica</title>
		<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2019/01/22/compensacao-da-7a-e-8a-horas-e-a-impossibilidade-juridica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jan 2019 18:19:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Convenção Coletiva, que entrou em vigor dia 01.12.2018, visa compensar às 7ª e 8ª horas pela gratificação de função, porém há vícios intrínsecos à essa cláusula, visto que é juridicamente impossível compensar verbas de naturezas distintas. A título de exemplo de impossibilidade jurídica pode-se comparar a compensação do 13º salário com as férias. Um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Convenção Coletiva, que entrou em vigor dia 01.12.2018, visa compensar às 7ª e 8ª horas pela gratificação de função, porém há vícios intrínsecos à essa cláusula, visto que é juridicamente impossível compensar verbas de naturezas distintas.</p>
<p>A título de exemplo de impossibilidade jurídica pode-se comparar a compensação do 13º salário com as férias. Um jamais pode anular o outro pelo seu recebimento, ou seja, uma empresa jamais poderá negar o pagamento do 13º salário a determinado empregado com a justificativa de que naquele ano este já teria gozado de férias.</p>
<p>Diante de tal conclusão, você, bancário, não deve acanhar-se na hora de pleitear seu direito da 7ª e 8ª hora!<br />
Procure seu advogado de confiança e consulte-o.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A manobra das instituições financeiras contra os bancários</title>
		<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2018/10/17/manobra-instituicoes-financeiras-contra-os-bancarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Oct 2018 19:34:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito vem se discutindo na Justiça do Trabalho sobre o enquadramento da função de Gerente de Relacionamento ao enquadramento ou não no cargo de confiança. A regra, para o bancário, é a jornada de 6 horas diárias de segunda a sexta-feira, conforme a Legislação Trabalhista. Contudo, a Consolidação das Leis Trabalhista (CLT), em seu artigo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muito vem se discutindo na Justiça do Trabalho sobre o enquadramento da função de Gerente de Relacionamento ao enquadramento ou não no cargo de confiança.</p>
<p>A regra, para o bancário, é a jornada de 6 horas diárias de segunda a sexta-feira, conforme a Legislação Trabalhista. Contudo, a Consolidação das Leis Trabalhista (CLT), em seu artigo 224, §2º, apresenta exceção para aqueles que exerçam algum poder de mando, gestão, fiscalização ou outros poderes que denotem confiança especial do empregador e desde que percebam gratificação de função.</p>
<p>Ao longo dos anos, as instituições financeiras manobram a aplicação do referido artigo, enquadrando os gerentes de relacionamento, tanto pessoa física, quanto jurídica na exceção prevista na Lei e, assim, deixam de quitar a sétima e oitava horas a qual o bancário tem direito.<br />
Entretanto, os Tribunais têm decidido que, para caracterização do Cargo de Confiança, se faz necessária estar presente prova de efetiva de autonomia, mando e gestão de pessoal, somada a gratificação de função igual ou superior a 1/3 do salário do cargo efetivo, e não apenas a mera formalização de operações solicitadas pela área comercial, sendo que o do Gerente de Relacionamento, na realidade, não possui acesso a informações privilegiadas, empregados subordinados, poderes para contratar e demitir funcionários, tampouco poder de mando e gestão propriamente ditos.</p>
<p>Todavia, recente alteração na Convenção Coletiva de Trabalho dos Bancários, cláusula 11ª, traz o entendimento que mesmo nos casos em que o trabalhador obtiver êxito no pedido da 7ª e 8ª horas extraordinárias em ações na Justiça do Trabalho, estas deverão ser compensadas sobre os valores já recebidos a título de comissão de cargo.</p>
<p>Para reivindicar seu direito a 7ª e 8ª hora, é necessária a propositura de ação até 30/11/2018.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Banco Bradesco é condenado ao pagamento de 7ª e 8ª horas para Supervisor Administrativo</title>
		<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2017/04/29/banco-bradesco-e-condenado-ao-pagamento-de-7a-e-8a-horas-para-supervisor-administrativo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Apr 2017 22:16:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 2ª REGIÃOTRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 2ª REGIÃO 8ª Turma PROCESSO Nº 0002197-76.2015.5.02.0015 &#8220;No caso sub judice, restou demonstrado que o reclamante era supervisor administrativo, não possuía subordinados, dava suporte técnico aos caixas e não tinha poderes de chefia. [&#8230;] Registra-se, ainda, que não restou demonstrado que o reclamante exercesse [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 2ª REGIÃOTRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 2ª REGIÃO</p>
<p>8ª Turma PROCESSO Nº 0002197-76.2015.5.02.0015</p>
<p>&#8220;No caso sub judice, restou demonstrado que o reclamante era supervisor administrativo, não possuía subordinados, dava suporte técnico aos caixas e não tinha poderes de chefia. [&#8230;]
<p>Registra-se, ainda, que não restou demonstrado que o reclamante exercesse funções em nível de chefia, que demandassem fidúcia especial, de modo a caracterizar o exercício de cargo de confiança, motivos pelos quais reputa-se correto o enquadramento no art. <em class="highlightTerm">224</em>, <em class="highlightTerm">caput</em>, da CLT. Por fim, o reclamado estava obrigado ao registro da jornada de trabalho, nos termos do art. 74 da CLT, e ante a ausência injustificada de referidos controles, não merece censura a decisão de origem que condenou a ré ao pagamento de horas extras e reflexos (Súmula 338, I, TST).&#8221;</p>
<p>O Tribunal Regional do Trabalho decidiu que Supervisor Administrativo, mesmo que não possua controle de jornada, não é detentor de cargo de confiança, enquadrando-se no <em>caput</em> do artigo da CLT &#8211; &#8220;A duração normal do trabalho dos empregados em bancos, casas bancárias e Caixa Econômica Federal será de 6 (seis) horas continuas nos dias úteis, com exceção dos sábados, perfazendo um total de 30 (trinta) horas de trabalho por semana.&#8221;</p>
<p>Conclui-se, portanto, que o entendimento do Tribunal Regional do Trabalho é no sentido de que o Supervisor Administrativo Bancário deve trabalhar apenas 6 horas diárias e até 30 semanais e, o que exceder disso, deverá ser pago como horas extra, inclusive com o adicional de 50%. Caso as horas extras sejam prestadas de forma habitual, que é o caso da 7ª e 8ª horas, deverá, ainda, integrar à base de cálculo do FGTS, INSS, Descanso Semanal Remunerado, 13ª salário, PLR etc.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Assédio Moral no Trabalho</title>
		<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2017/03/30/assedio-moral-no-trabalho-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2017 22:21:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Hoje um dos temas mais polêmicos do Direito do Trabalho será tratado por nós. Ao contrário do que é amplamente difundido, o assédio moral é, em apertada síntese, uma série de condutas reiteradas que causam constrangimento, humilhação e exposição do empregado. Porém, não se confunde com discussões e contendas casuais, ou seja, casos isolados. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje um dos temas mais polêmicos do Direito do Trabalho será tratado por nós. Ao contrário do que é amplamente difundido, o assédio moral é, em apertada síntese, uma série de condutas reiteradas que causam constrangimento, humilhação e exposição do empregado. Porém, não se confunde com discussões e contendas casuais, ou seja, casos isolados. O assédio moral é uma espécie de dano moral, por isso esses institutos não se confundem entre si.<a href="https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2017/03/Assédio-Moral-30.03.2017.jpg"></a></p>
<p>Atitudes de assédio moral ocorrem diariamente em todos os setores, desde pequenas empresas até gigantes da economia. Inclusive em órgãos públicos.</p>
<p>Em instituições financeiras, por exemplo, ocorre muita cobrança abusiva e exposição de metas, reuniões com finalidade de expor funcionários como uma maneira de &#8220;punição&#8221; e, até mesmo, xingamentos e palavras de baixo calão proferidas contra empregados.</p>
<p>O dano moral é imensurável e irreparável, porém deve ser indenizado para amenizar a dor e sofrimento que a vítima experimenta. É imensurável porque o dano ocorre no íntimo de cada pessoa, em seu particular que, muitas vezes, sofre em silêncio. A característica de irreparabilidade decorre, justamente, da imensurabilidade, porque uma vez que se torna impossível saber a extensão do dano, também não é viável falar em reparação em seu sentido literal.</p>
<p>O que ocorre em casos de dano moral é a indenização pelo dano causado ao empregado pra tentar amenizar a situação degradante na qual foi exposto. Para o arbitramento do valor da indenização o juiz deve levar em consideração as circunstâncias de cada caso, extensão dos danos e, inclusive, situação financeira do assediador e do assediado.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Sétima e Oitava Horas dos Bancários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Mar 2017 15:20:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Bancário]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os bancários possuem jornada de trabalho especial de 6 horas diárias garantida pela própria CLT, em seu artigo 224. A discussão em torno da jornada de trabalho do bancário se dá no âmbito do próprio artigo 224 da CLT, que abre uma exceção em seu § 2º. Essa ressalva trazida pela lei estabelece que alguns bancários podem ter sua jornada de trabalho de até 8 horas diárias, DESDE que exerçam a famosa função de confiança.</p>
<p>A função de confiança é aquela que dá ao empregado poderes relevantes de decisão, por exemplo: demitir e admitir funcionários, aplicar medidas disciplinares, fazer alterações de crédito ou taxas sem que esteja pré-aprovado no sistema ou sem autorização do superior, abonar falta, entre outras. Portanto, se o bancário não possuir esse poder de mando, tecnicamente chamado de fidúcia especial, sua jornada de trabalho deve se restringir a 6 horas diárias, sendo as 7ª e 8ª horas devidas como horas extras, acrescidas do adicional de 50% e ainda refletidas no FGTS, INSS, 13º salário, férias e o terço constitucional das férias, além das demais verbas de natureza salarial.</p>
<p>Acontece que os bancos objetivam simular função de confiança para todos os cargos com jornada superior a 6 horas, mas é direito do empregado bancário buscar na Justiça do Trabalho o recebimento da sétima e oitava horas, devendo apenas demonstrar que não exercia função de confiança.</p>
<p>Assim sendo, é notório que a grande maioria dos bancário com jornada de 8 horas não exercer, na prática, função de confiança. Nos dias atuais, os sistemas informáticos dos bancos são programados para nortear toda a atuação do bancário e não mais o bancário possui poder de decisão e mando. Com isso, os bancos acabam arcando com incontáveis condenações no sentido de pagar as 7ª e 8ª horas como horas extras.</p>
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		<title>Direito dos Bancários &#8211; Greve Previsto na Constituição Federal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2015 04:15:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Bancário]]></category>
		<category><![CDATA[direito bancário]]></category>
		<category><![CDATA[sobreaviso]]></category>
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					<description><![CDATA[Direito dos Bancários direito de greve previsto na Constituição Federal Inicialmente, como um direito fundamental, os Bancários possui o direito de greve previsto na Constituição Federal e na Lei nº 7.783/89, como instrumento para pleitear seus direitos. Ocorre que em muitas ocasiões os seus direitos não são respeitados, mesmo com a manifestação grevista. As regras [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Direito dos Bancários direito de greve previsto na Constituição Federal</h2>
<p>Inicialmente, como um direito fundamental, os <strong>Bancários</strong> possui o <strong>direito de greve</strong> previsto na <em><strong>Constituição Federal</strong></em> e na <strong><em>Lei nº 7.783/89</em></strong>, como instrumento para pleitear seus direitos.<br />
Ocorre que em muitas ocasiões os seus direitos não são respeitados, mesmo com a manifestação grevista.</p>
<p>As regras do <em><strong>direito dos bancários</strong></em> estão reguladas nos <em><strong>artigos 224 a 226 da CLT</strong></em> – Consolidação das Leis Trabalhistas e nas jurisprudências do C. Tribunal Superior do Trabalho.</p>
<p>O que muitos bancários não sabem é que a duração normal do trabalho bancário em regra é de seis horas por dia e de trinta horas semanais, o que acarreta no pagamento da <strong>sétima e oitava</strong> hora em eventual reclamação trabalhista.</p>
<p>Além da <strong>sétima e oitava hora</strong>, em muitos casos pode ocorrer o direito da <strong>equiparação salarial</strong>, que acontece quando o <strong>bancário</strong> e o seu par de trabalho (paradigma) possuem idêntica a função, a todo trabalho de igual valor, prestado ao mesmo empregador, na mesma localidade, corresponderá igual salário, sem distinção de sexo, nacionalidade ou idade, entre pessoas cuja diferença de tempo de serviço não for superior a 2 anos (art. 461 da CLT).</p>
<p>Outro direito devido a muitos <strong>bancários</strong> é o <em><strong>sobreaviso</strong></em>, que existe quando o empregado aguarda em sua residência, em escalas previamente estabelecidas, um chamado de urgência do empregador para prestar algum trabalho.</p>
<p>Para melhor entender exemplificamos: Empregado labora das 9h00mim às 18h00min, porém, periodicamente fica em regime de “sobreaviso”, ou seja, em plantões a distancia, aguardando o chamado do <strong>Banco</strong>, tendo sua liberdade de locomoção limitada. O “<strong>sobreaviso</strong>” pode ocorrer de segunda à sexta-feira e com início às 18h00min de um dia com termino as 09h00min do dia seguinte. As horas de “<strong>sobreaviso</strong>”, inclusive noturno, deverão ser pagas a base de 1/3 da remuneração normal. Muitos empregados ficam de plantão em suas residências, porém, não recebem o <strong>sobreaviso</strong>.</p>
<p>Por <a href="http://www.ariribeiro.me" target="_blank" rel="noopener">Ari Ribeiro</a>, professor, advogado, pós-graduado em Direito Público e extensão pela FGV &#8211; Fundação Getúlio Vagas em Direito do Trabalho. Sócio e advogado do escritório <a href="http://www.ribeiroedias.adv.br" target="_blank" rel="noopener">Ribeiro e Dias Advogados</a></p>
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