<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>bancaria &#8211; Lopes Ribeiro Advocacia</title>
	<atom:link href="https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/tag/bancaria/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br</link>
	<description>Escritório especializado no atendimento das demandas na área trabalhista e trabalhista bancária.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Sep 2021 13:48:52 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/wp-content/uploads/2021/08/lr_favicon-96x96.png</url>
	<title>bancaria &#8211; Lopes Ribeiro Advocacia</title>
	<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Tribunal condena Santander a pagar mais 1 milhão de reais para bancária</title>
		<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2019/06/25/tribunal-condena-santander-pagar-mais-de-1-milhao-de-reais-para-bancaria-em-razao-de-equiparacao-salarial-e-7a-e-8a-horas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2019 22:26:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Decisão Judicial]]></category>
		<category><![CDATA[7 e 8 hora bancario]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[bancaria]]></category>
		<category><![CDATA[bancário]]></category>
		<category><![CDATA[bancários]]></category>
		<category><![CDATA[banco santander]]></category>
		<category><![CDATA[cargo de confiança]]></category>
		<category><![CDATA[condenação em equiparação salarial]]></category>
		<category><![CDATA[equiparação salarial]]></category>
		<category><![CDATA[função]]></category>
		<category><![CDATA[santander]]></category>
		<category><![CDATA[setima e oitava hora]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhista bancário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/?p=2101</guid>

					<description><![CDATA[Processo que tramitou na 4ª Vara do&#160;Trabalho de São Paulo teve seu desfecho favorável à bancária. Em seu escopo foi pedido equiparação salarial com seu colega, que tinha um salário superior ao dela, apesar de exercer a mesma função, além do pedido de 7ª e 8ª hora pelo não exercício de cargo de confiança. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Processo que tramitou na 4ª Vara do&nbsp;Trabalho de São Paulo teve seu desfecho favorável à bancária.</p>
<p>Em seu escopo foi pedido equiparação salarial com seu colega, que tinha um salário superior ao dela, apesar de exercer a mesma função, além do pedido de 7ª e 8ª hora pelo não exercício de cargo de confiança.</p>
<p>A equiparação se deu, pois seu colega, que era da área comercial do banco, foi transferido para área administrativa na qual a bancária estava lotada, porém veio com um salário muito superior ao seu. Nesses casos, a lei considera o tempo na função para fundamentar o pedido de equiparação, logo&nbsp;ela&nbsp;exercia aquelas atividades há mais tempo que seu próprio colega.&nbsp;Por isso,&nbsp;o Banco foi condenado&nbsp;ao pagamento de equiparação salarial, além da 7ª e 8ª hora,&nbsp;pelo fato de ter sido reconhecido que ela nunca exerceu cargo de confiança.</p>
<p>O processo foi julgado procedente em ambas as instâncias e seu valor ultrapassa a quantia de R$ 1.300.000,00.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Banco Bradesco é condenado ao pagamento de 7ª e 8ª horas para Supervisor Administrativo</title>
		<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2017/04/29/banco-bradesco-e-condenado-ao-pagamento-de-7a-e-8a-horas-para-supervisor-administrativo/</link>
					<comments>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2017/04/29/banco-bradesco-e-condenado-ao-pagamento-de-7a-e-8a-horas-para-supervisor-administrativo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Apr 2017 22:16:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Bancário]]></category>
		<category><![CDATA[7 e 8 hora bancario]]></category>
		<category><![CDATA[adicional]]></category>
		<category><![CDATA[advogado trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[agência]]></category>
		<category><![CDATA[bancaria]]></category>
		<category><![CDATA[bancário]]></category>
		<category><![CDATA[bancários]]></category>
		<category><![CDATA[banco]]></category>
		<category><![CDATA[bradesco]]></category>
		<category><![CDATA[cargo de confiança]]></category>
		<category><![CDATA[clt]]></category>
		<category><![CDATA[direito bancário]]></category>
		<category><![CDATA[hora extra]]></category>
		<category><![CDATA[horas extras]]></category>
		<category><![CDATA[jornada de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[jornada excessiva]]></category>
		<category><![CDATA[setima e oitava hora]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhista bancário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/?p=1780</guid>

					<description><![CDATA[TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 2ª REGIÃOTRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 2ª REGIÃO 8ª Turma PROCESSO Nº 0002197-76.2015.5.02.0015 &#8220;No caso sub judice, restou demonstrado que o reclamante era supervisor administrativo, não possuía subordinados, dava suporte técnico aos caixas e não tinha poderes de chefia. [&#8230;] Registra-se, ainda, que não restou demonstrado que o reclamante exercesse [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 2ª REGIÃOTRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 2ª REGIÃO</p>
<p>8ª Turma PROCESSO Nº 0002197-76.2015.5.02.0015</p>
<p>&#8220;No caso sub judice, restou demonstrado que o reclamante era supervisor administrativo, não possuía subordinados, dava suporte técnico aos caixas e não tinha poderes de chefia. [&#8230;]
<p>Registra-se, ainda, que não restou demonstrado que o reclamante exercesse funções em nível de chefia, que demandassem fidúcia especial, de modo a caracterizar o exercício de cargo de confiança, motivos pelos quais reputa-se correto o enquadramento no art. <em class="highlightTerm">224</em>, <em class="highlightTerm">caput</em>, da CLT. Por fim, o reclamado estava obrigado ao registro da jornada de trabalho, nos termos do art. 74 da CLT, e ante a ausência injustificada de referidos controles, não merece censura a decisão de origem que condenou a ré ao pagamento de horas extras e reflexos (Súmula 338, I, TST).&#8221;</p>
<p>O Tribunal Regional do Trabalho decidiu que Supervisor Administrativo, mesmo que não possua controle de jornada, não é detentor de cargo de confiança, enquadrando-se no <em>caput</em> do artigo da CLT &#8211; &#8220;A duração normal do trabalho dos empregados em bancos, casas bancárias e Caixa Econômica Federal será de 6 (seis) horas continuas nos dias úteis, com exceção dos sábados, perfazendo um total de 30 (trinta) horas de trabalho por semana.&#8221;</p>
<p>Conclui-se, portanto, que o entendimento do Tribunal Regional do Trabalho é no sentido de que o Supervisor Administrativo Bancário deve trabalhar apenas 6 horas diárias e até 30 semanais e, o que exceder disso, deverá ser pago como horas extra, inclusive com o adicional de 50%. Caso as horas extras sejam prestadas de forma habitual, que é o caso da 7ª e 8ª horas, deverá, ainda, integrar à base de cálculo do FGTS, INSS, Descanso Semanal Remunerado, 13ª salário, PLR etc.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2017/04/29/banco-bradesco-e-condenado-ao-pagamento-de-7a-e-8a-horas-para-supervisor-administrativo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bancário em prédio com tanques de combustível receberá periculosidade</title>
		<link>https://www.lopesribeiroadvocacia.com.br/2015/09/02/bancario-em-predio-com-tanques-de-combustivel-recebera-periculosidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lopes Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2015 18:36:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Bancário]]></category>
		<category><![CDATA[bancaria]]></category>
		<category><![CDATA[banco safra]]></category>
		<category><![CDATA[contrato de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[diesel]]></category>
		<category><![CDATA[geradores de energia]]></category>
		<category><![CDATA[periculosidade]]></category>
		<category><![CDATA[reservatórios]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.ribeiroedias.adv.br/?p=1502</guid>

					<description><![CDATA[A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu de recurso do Banco Safra S.A. contra a condenação ao pagamento de adicional de periculosidade de 30% a um bancário que trabalhou em edifício que não cumpria as normas de segurança trabalhista sobre o armazenamento de líquidos inflamáveis. Na reclamação, o bancário &#8211; que trabalhou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu de recurso do Banco Safra S.A. contra a condenação ao pagamento de adicional de periculosidade de 30% a um bancário que trabalhou em edifício que não cumpria as normas de segurança trabalhista sobre o armazenamento de líquidos inflamáveis.</p>
<p>Na reclamação, o bancário &#8211; que trabalhou na sede do Safra, na Avenida Paulista, em São Paulo (SP), até agosto de 2011 &#8211; alegou que o local era perigoso, pois o prédio mantinha um tanque de óleo diesel com capacidade para dois mil litros na parte externa do sexto andar, que abastecia outros dois reservatórios internos, de 54 e 136 litros, utilizados nos geradores de energia. Ele requereu o adicional com base na Norma Regulamentadora 20, do Ministério do Trabalho e Emprego, e na Orientação Jurisprudencial 385 da Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais do TST.</p>
<p>Em sua defesa, o banco sustentou que a NR 20, com o texto vigente na época do contrato de trabalho, estabelecia que não havia periculosidade se o armazenamento, em prédio vertical, estivesse dentro do limite de capacidade de 250 litros. Somente em sua nova redação, aprovada em 2012, suprimiu esse limite.</p>
<p>O juízo da 48ª Vara do Trabalho indeferiu o pedido do empregado com base no laudo pericial, que concluiu pela não periculosidade no ambiente do trabalho. O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) reformou a sentença e condenou o banco ao pagamento do beneficio.</p>
<p>Em recurso ao TST, a instituição bancária apontou violação do princípio da irretroatividade, uma vez que o contrato de trabalho foi encerrado em 2011 e a norma ministerial alterada no ano seguinte. O ministro relator, Alberto Bresciani, manteve a decisão, destacando ser irrelevante a capacidade de armazenamento permitida à época, já que o descumprimento da norma se deu em função do fato de os reservatórios não estarem enterrados, como exige o item 20.2.7 da NR 20.</p>
<p>Título publicação: Bancário em prédio com tanques de combustível receberá periculosidade</p>
<p>Processo: &nbsp;<a href="http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;conscsjt=&amp;numeroTst=303&amp;digitoTst=68&amp;anoTst=2012&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=02&amp;varaTst=0048&amp;submit=Consultar">ARR-303-68.2012.5.02.0048</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.tst.jus.br/noticias/-/asset_publisher/89Dk/content/bancario-que-trabalhou-em-predio-com-tanques-de-combustivel-suspensos-recebera-periculosidade?redirect=http%3A%2F%2Fwww.tst.jus.br%2Fnoticias%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_89Dk%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-1%26p_p_col_pos%3D2%26p_p_col_count%3D5">TST</a> &#8211;&nbsp;(Alessandro Jacó/CF) &#8211; 01/09/2015</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
