Ficou constatada a existência de armazenamento acima do permitido em lei na Torre JK, prédio administrativo do Banco Santander, gerando aos bancário que lá trabalham o direito de receber o chamado Adicional de Periculosidade, que consistem em um acréscimo de 30% no salário.

Em uma reclamação trabalhista que tramitou na 33ª Vara do Trabalho de São Paulo, o juiz reconheceu a existência de periculosidade e condenou o Banco Santander nos seguintes moldes: “A prova pericial constatou a existência de riscos no local de trabalho do reclamante, somente no período em que atuou na Juscelino Kubistchek, ou seja, de março à setembro de 2012. (…) Logo, acolho o laudo pericial elaborado pelo perito do Juízo, que será utilizado como elemento de convicção deste Juízo. Em consequência, defiro o pedido de adicional de periculosidade de 30% sobre o salário base do reclamante (incluindo aqui as diferenças por equiparação e gratificação de função) e seus respectivos reflexos sobre 13º salário, férias com 1/3, FGTS e multa de 40% do período.”

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